GIRO EUCLIDES: Longas filas em bancos e correspondentes bancários de Euclides da Cunha continuam

Com bancos e correspondentes bancários funcionando sob rígidas regras para manterem o distanciamento social como forma de combater e prevenir a contaminação do novo coronavírus (Covid-19), as filas para o atendimento se tornaram algo comum pelo Brasil. As mesmas regras são impostas em Euclides da Cunha, o cidadão comum paga o preço na demora pelo atendimento – ou o momento de poder usar os equipamentos eletrônicos, do lado de fora do estabelecimento, embaixo de sol e chuva.

No período de abril de 2020 até o início deste mês de janeiro, usuários da Caixa Econômica Federal (CEF) e lotéricas ainda contavam com tendas armadas em via pública e cadeiras para se acomodarem. Mas esse conforto acabou. Agora, os mesmos usuários ficam em longas filas do lado de fora, como já faziam os clientes do Banco do Brasil, Banco Bradesco e correspondentes bancários Bradesco.

Com o fim do Auxílio Emergencial, programa do Governo Federal, esperava-se que as filas diminuíssem drasticamente em agências bancárias e seus correspondentes, motivo pelo qual a prefeitura municipal retirou as tendas. Mas, ao que parece, o impacto do fim do programa não reduziu significativamente a formação de filas e as pessoas se mantêm sem o distanciamento social necessário.

As filas mais longas foram registradas nesta semana, pela equipe de reportagem do site euclidesdacunha.com. É o reflexo de pagamento de benefícios sociais, aposentadorias, entre outros.

Por sorte desses usuários de serviços bancários, o clima nas últimas duas semanas foi ameno, majoritariamente nublado e temperatura máxima de 33°C, porém o tempo se manteve abafado, com apenas algumas garoas.

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