PRF apreende em Euclides da Cunha cloridrato de cocaína e skunk e prende trio de traficantes

Ação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, em Euclides da Cunha, 12,5 Kg de cloridrato de cocaína, 2 Kg de skunk – entorpecente conhecido como ‘super maconha’ -, e um automóvel e prendeu três pessoas. A investida policial ocorreu nesta quarta-feira (15), na BR 116/Norte, proximidade da comunidade de Lagoa da Vaca, conforme apurou a equipe de reportagem do site euclidesdacunha.com.

Segundo consta, durante a abordagem de praxe os PRFs desconfiaram do comportamento exposto pelo condutor e ocupantes do carro de passeio de marca Fiat Punto, licenciado do estado de São Paulo, motivo pelo qual foi realizada uma minuciosa busca no interior do veículo na tentativa de sanar as dúvidas. A suspeita de irregularidade confirmou-se quando o compartimento do painel frontal foi desmontado. Era nesse local que a droga estava escondida.

O trabalho da Polícia Rodoviária Federal foi registrado em fotos e imagens que mostram onde a droga foi encontrada e a quantidade apreendida.

Foram presos em flagrante dois homens e uma mulher.

Uma resposta para “PRF apreende em Euclides da Cunha cloridrato de cocaína e skunk e prende trio de traficantes”

  1. Esse fenômeno das drogas é uma outra pandemia. Milhões de seres humanos têm sido exterminados por esse maldito fenômeno. E não somente em países subdesenvolvidos onde os níveis de pobreza e marginalização são alarmantes, mas também em países ricos e super desenvolvidos; para se ter uma ideia nos Estados Unidos da América morrem em média 300 pessoas por semana em consequência dos usos de drogas. Parece um mal sem cura. As instituições de Segurança Pública cumprem a sua missão constitucional, mas as demandas aumentam a cada dia. Então o que fazer? Tenho lido sobre duas Irmandades que prestam serviços relevantes nas áreas de recuperação e (re)humanização de dependentes químicos: A ALIANÇA DE MISERICÓRDIA e a FAZENDA DA ESPERANÇA. Vejam que a cidade de Euclides da Cunha está muito próxima do chamado Polígono da Maconha onde é possível que se venha nele adquirir o produto. Já é tempo de se pensar em uma Irmandade com larga experiência no trabalho de recuperação de doentes químicos.

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